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Pe. Pio e Mons. Lefebvre

Marcel Barboza Administrator
O responsável pelo site é Licenciado em Filosofia pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e Especialista (pós-graduado) em Filosofia e Ensino de Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano (CEUCLAR). Editor e professor.
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Marcel Barboza

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4 Comentários

  1. Caro Marcos, Pe. Pio nunca celebrou a Missa Nova. Ele escreveu uma carta a Paulo VI pedindo que o permitisse a continuar celebrando a “Missa de Sempre” e o Papa o autorizou. No entanto, no fim da vida, ele celebrava “versus populum” por obediência. Providencialmente ele morreu em 1968, um ano antes da “obrigatoriedade” da Missa Nova.

  2. Caro Marcel Barboza,
    Desculpe minha falta de conhecimento, mas o que significa “versus populum”??
    perguntei sobre a missa nova pois vi alguns vídeos de suas missas no youtube e, a impressão que tive é que ele está de frente para o povo, é isso mesmo??
    Fiquei confuso…
    Outra dúvida que tenho é: por que o Papa Bento XVI não deixa apenas um rito definido para a Santa Missa? Por que 2 ritos?
    Na Internet e entre os católicos tradicionais fala-se muito sobre uma reforma litúrgica, para acabar com os abusos. Como fazer uma reforma litúrgica se o Vaticano fez um reconhecimento pontifício para a comunidade canção nova da RCC?

  3. Em 8 de Agosto de 1990, Dom Lefebvre escreveu uma carta pessoal para um padre da Fraternidade na França que houvera escrito perguntando sobre seu encontro com Padre Pio. Aqui estão alguns extratos dessa carta:

    “O encontro que ocorreu após a Páscoa de 1967 demorou dois minutos. Eu estava acompanhado pelo Padre Barbara e um irmão espiritano, Irmão Felin. Eu encontrei o Padre Pio num corredor, em seu caminho para o confessionário, sendo ajudado por dois capuchinhos.
    Eu disse-lhe algumas palavras sobre o motivo da minha visita: para que ele abençoasse a Congregação do Espírito Santo que iria realizar um Capítulo Geral Extraordinário, como todas as sociedades religiosas, devido ao aggiornamento (modernização da Igreja), Capítulo o qual eu temia que resultasse em problemas…
    Então Padre Pio gritou. ‘Eu, abençoar um arcebispo, não, não, é o senhor que deveria estar me abençoando!’ E então, ele se curvou para receber a benção. Eu abençoei-o, ele beijou meu anel e continuou seu caminho até o confessionário…
    Esse foi todo o encontro, nada mais, nada menos.”

    (fonte: http://www.sspx.org/miscellaneous/padre_pio_and_archbishop.htm | Traduzido por Emerson Garcia)

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