O
vício contra a natureza
Se
alguém me pedisse para demonstrar que a soma
dos ângulos internos de um triângulo é
180º, creio que conseguiria fazê-lo com facilidade.
Acharia, porém, muito difícil "provar"
que um círculo é redondo, que o todo
é maior do que suas partes, que a vida humana
é inviolável, que o homossexualismo
é um vício contra a natureza.
Sim, demonstrar
o óbvio é extremamente difícil. Pois
aquele que não enxerga o óbvio, provavelmente
não o enxergará mesmo depois de uma refinada
argumentação. Eis-me com a árdua
tarefa de "provar" o que sempre foi aceito sem
demonstração, mas que Onaldo Alves Pereira
ousou rejeitar em um artigo publicado no Jornal Opção
(Goiânia, 3 a 9 de maio de 1998, p. A-36 a A-39):
que a conjunção carnal entre dois homens
ou entre duas mulheres é um ato contrário
à natureza.
Alguém
poderia argüir que a insensatez do autor é
tamanha que não merece resposta. Que quem tem bom
senso não precisa de argumentos. E que quem não
tem bom senso não vai se convencer mesmo com todos
os argumentos.
Tal argüição
é válida. Mas convém lembrar que
o bom senso, patrimônio precioso da espécie
humana, pode ser perdido. Pessoas sensatas freqüentemente
deixam de sê-lo por causa do raciocínio falacioso
de um orador eloqüente ou por causa da repetição
insistente de uma mentira. Não é o cúmulo
da insensatez, por exemplo, que o Congresso Nacional esteja
agora a ponto de decidir, por votação, se
a criança é uma pessoa ou é uma coisa
que pode ser esquartejada e misturada aos detritos hospitalares?
Por isso
é preciso repetir o óbvio, anunciar aquilo
que a própria natureza já anuncia, e denunciar
o que a própria consciência já acusa.
A verdade, natural ou revelada, não pode ser calada.
Se os discípulos de Jesus se calarem "as pedras
gritarão" (Lc 19,40).
Mãos
à obra, portanto. A palavra "homossexualismo"
é um neologismo de origem híbrida, grega
e latina, e não existia nos tempos bíblicos.
A palavra, não. O vício, sim. E muitas vezes
a Bíblia condena tal vício, sem fazer uso
de tal palavra. Não é exagero dizer que
desde o Gênesis até o Apocalipse está
presente tal condenação.
A primeira
condenação, implícita mas muito forte,
já encontramos no relato da criação
do homem. Como coroamento de sua obra, Deus fez o homem
"à sua imagem". E o fez "varão
e mulher". Prossegue a Escritura: "Deus
os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos,
enchei a terra e submetei-a" (Gn 1, 27-28). Esta
passagem encerra a um dos fins da diferenciação
sexual: a procriação. Será esta a
única razão pela qual Deus criou dois sexos
na espécie humana? Não. Homem e mulher são
diferentes também para que se possam completar
mutuamente. O isolamento do homem é descrito pelo
Gênesis como um mal: "Não é
bom que o homem esteja só. Vou fazer-lhe uma auxiliar
que lhe corresponda" (Gn 2,18). Ao ver a mulher,
tirada de seu lado, o homem exclama exultante: "Esta
sim, é osso de meus ossos e carne de minha carne!"(Gn
2,23), ao contrário dos irracionais, que sendo
inferiores a ele em natureza, não lhe podiam servir
de companhia adequada. A união sexual é
descrita no versículo seguinte: "Por isso
um homem deixa seu pai e sua mãe, se une a sua
mulher, e eles se tornam uma só carne"(Gn
2,24).
Aí
está, de maneira magnífica, descrita a instituição
do matrimônio e seu duplo fim: a geração
da vida e a complementação dos cônjuges.
Por natureza, homem e mulher são diferentes e complementares.
O que falta no homem, sobeja na mulher e vice-versa. Daí
sua atração mútua e a tendência
de formar uma união estável e perpétua,
apta à procriação e à educação
da prole.
Ao estudar
a fisiologia masculina e feminina, o biólogo sente-se
impelido a louvar a Deus. Como Ele criou tudo com perfeição,
de modo que o aparelho reprodutor do homem se acoplasse
perfeitamente ao da mulher, que o gameta masculino se
unisse ao feminino e que de tal união surgisse
um outro ser humano, único e irrepetível!
Parece
que estou falando o óbvio, mas é natural
que a união sexual, se houver, haja entre um homem
e uma mulher. Falar em sexo só tem sentido se houver
dois sexos. Não dizemos que a ameba é
um animal de um sexo só. Dizemos simplesmente que
não tem sexo: é um assexuado.
A conjunção
carnal de dois homens ou de duas mulheres não é
uma união "sexual", embora eles tentem
fazer uso (antinatural) de seus órgãos reprodutores.
Tal ato é totalmente avesso à reprodução
e à complementação homem-mulher.
Na impossibilidade
de realizarem o ato conjugal, que requer órgãos
complementares (o pênis e a vagina), os pederastas
e as lésbicas procuram fazer uso de outros, como
o ânus e a boca. Ora, a boca pertence ao aparelho
digestivo e o ânus tem evidentemente função
excretora. Os atos de homossexualidade são, portanto,
uma grosseiríssima caricatura do ato conjugal,
tal como foi querido por Deus e inscrito na natureza.
É
comum que quando falemos que no Congresso Nacional há
políticos que defendam o "casamento"
de homossexuais, as pessoas franzam a testa demonstrando
repugnância. É perfeitamente natural que
ao ser humano repugne aquilo que é antinatural.
Por mais que os "sexólogos" e alguns
autointitulados "psicólogos" insistam
em defender tal aberração, o bom senso ainda
não se afastou totalmente do povo. Encarar o homossexualismo
com "naturalidade" é uma contradição.
Seria como encarar a visão com "obscuridade"
ou encarar as profundezas com "superficialidade".
Como é consolador que os pequeninos entendam isto!
"Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu
e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios
e entendidos, e as revelastes aos pequeninos"
(Lc 9,21).
A menos
que o homem queira rebaixar-se ao nível dos irracionais,
escravos dos seus instintos, ele é chamado à
virtude da castidade. Tal virtude subordina o instinto
sexual à razão. Graças à castidade,
o solteiro abstêm-se do ato sexual até o
casamento. Graças à castidade, o casado
abstêm-se do ato sexual com quem não seja
o seu cônjuge. Graças à castidade,
o religioso consagrado conserva a virgindade que livremente
abraçou "por causa do Reino dos Céus"
(Mt 19,12). A castidade é a chave para a fidelidade
matrimonial, a sacralidade da família e o respeito
à vida. Zombar da castidade é assinar um
atestado de fraqueza e frouxidão. Tal zombaria
é, na verdade, expressão de uma inveja:
a inveja que o fraco sente pelo forte, que o derrotado
sente pelo vencedor.
O vício
oposto à castidade é a luxúria. Ensina-nos
S. Tomás de Aquino (1225-1274) que se pode pecar
pela luxúria de dois modos: primeiro, de um modo
que contrarie a reta razão(é o caso da fornicação,
do adultério, do incesto...); segundo, de um modo
que além disso, contrarie a própria ordem
natural do ato venéreo que convém à
espécie humana. É o que constitui o vício
contra a natureza. (cf. Suma Teológica, II-II,
questão 154, artigo 11, corpo). Tal vício
inclui a masturbação, a bestialidade (conjunção
carnal com animais), o homossexualismo (conjunção
carnal entre duas pessoas do mesmo sexo) e a prática
antinatural do coito, embora realizada entre pessoas de
sexo oposto e até mesmo casadas (o assim chamado
sexo "oral" ou "anal", por exemplo).
O vício
contra a natureza, explica o teólogo adiante (idem,
artigo 12, corpo), tem uma gravidade especial em relação
às outras espécies de luxúria. Estas
só contrariam o que é determinado pela reta
razão, pressupondo, porém, os princípios
naturais. Sim, pois o adultério, a fornicação
e o incesto, por abomináveis que sejam, são
praticados entre um homem e uma mulher, de um modo conforme
a natureza, embora contrário à reta razão.
O homossexualismo, porém, corrompe a própria
natureza do ato. E como os princípios da razão
fundam-se sobre os princípios da natureza, a corrupção
da natureza é a pior de todas as corrupções.
Donde conclui S. Tomás que o vício contra
a natureza (que inclui o homossexualismo) é o maior
pecado entre todas as espécies de luxúria.
É
digno de nota que, em todo o raciocínio acima,
o autor da Suma Teológica não use de nenhum
texto da Bíblia como premissa. Isto é próprio
de S. Tomás: sempre que uma verdade pode ser demonstrada
pela razão natural, ele faz abstração
do dado revelado para ater-se ao puro raciocínio
filosófico. Uma vez demonstrada a verdade, a Bíblia
é citada apenas para atestar a conformidade entre
a razão e a revelação. É admirável
também como o Doutor Angélico, antecipando-se
às dúvidas que surgiriam séculos
depois, enumera várias objeções à
tese que quer provar, e depois responde a cada uma delas.
Os modernos pontificadores do sexo teriam muito a aprender
com este mestre da Idade Média.
Por ser
contrário à natureza, a Bíblia condena
explicitamente várias vezes o homossexualismo:
"Não
te deitarás com um homem como se deita com uma
mulher. É uma abominação" (Lv
18,22)
"O homem
que se deita com outro homem como se fosse uma mulher, ambos
cometeram uma abominação, deverão morrer,
e o seu sangue cairá sobre eles" (Lv 20,13).
Tais aberrações,
praticadas pelas outras nações (cf. Lv 20,23),
não seriam toleradas no povo de Deus.
Até mesmo
o vestir-se com roupas do outro sexo (indício de comportamento
homossexual) é condenado como abominação:
"A mulher
não deverá usar um artigo masculino, e nem o homem
se vestirá com roupas de mulher, pois quem assim age
é abominável a Iahweh teu Deus" (Dt 22,5)
Onaldo Alves
Pereira não faz nenhuma distinção entre
a proibição natural e perene do homossexualismo
e outras proibições circunstanciais, como a de
comer carne de porco (Lv 11,7-8), que foram superadas pelo Novo
Testamento (cf. At 10,15). Leis positivas podem ser mudadas
pelo seu Autor (a observância do sábado passou
para a do domingo, a circuncisão foi substituída
pelo Batismo, o sacrifício do cordeiro pascal deu lugar
ao sacrifício de Cristo), mas a lei natural é
imutável e eterna. Ao ser interrogado pelo jovem rico
sobre o que fazer para alcançar a vida eterna, Jesus
apenas cita o catálogo das prescrições
naturais: "Guarda os mandamentos" (Mt 19,17).
Os dez mandamentos Jesus não veio abolir. Ao contrário,
veio levá-los ao pleno cumprimento (cf. Mt 5.17). Ora,
o sexto mandamento, que antes dizia "Não cometerás
adultério" é agora estendido até
à proibição de um olhar libidinoso (cf.
Mt 5,28). Seria o cúmulo pensar que o mesmo Jesus, que
condenou aquele que olha para uma mulher com mau desejo, e qualificou
este ato de adultério cometido no coração,
teria sido condescendente com a união carnal de dois
homens ou duas mulheres.
A cidade de Sodoma,
destruída por Deus pela perversidade sexual dos seus
habitantes, deu origem ao termo sodomia, que hoje usamos.
Em Gn 19,5 os habitantes de Sodoma chamam Ló e solicita-lhe
os hóspedes (os anjos) para tal abuso sexual:
"Chamaram
Ló e lhe disseram:
'Onde estão
os homens que vieram para tua casa esta noite?
Traze-os
para que dele abusemos'"(Gn
19,5)
Ridiculamente
Onaldo Alves Pereira aponta a possibilidade de os cidadãos
estarem apenas querendo conhecer os hóspedes, sem qualquer
intenção sexual. Não explica, porém,
por que Ló se mostra tão preocupado com este "conhecimento"
a ponto de oferecer suas filhas virgens no lugar do hóspede.
E muito menos explica como os homens as recusam dizendo: "Retira-te
daí! Um que veio como estrangeiro agora quer ser juiz.
Pois bem, nós te faremos mais mal do que a eles!"
(Gn 19,9). A Bíblia não é pano de chão,
para ser torcida a bel-prazer do leitor.
Episódio
semelhante ao de Sodoma, ocorreu na cidade de Gabaá,
em que alguns delinqüentes sitiaram a casa onde um velho
havia hospedado um levita de Efraim. Diziam ao dono da casa:
"Faze sair o homem que está contigo, para que
o conheçamos" (Jz 19,22). O velho entende perfeitamente
a intenção maldosa deles e responde: "Não,
irmãos meus, rogo-vos, não pratiqueis um crime.
Uma vez que este homem entrou em minha casa, não pratiqueis
tal infâmia" (Jz 19,23 - O termo hebraico
designa faltas graves contra a lei divina, principalmente faltas
contra os costumes, particularmente reprovadas por reação
contra a licenciosidade dos cananeus - Bíblia de Jerusalém,
nota de rodapé).
No Novo Testamento,
as condenações ao homossexualismo são terríveis.
São Paulo apresenta-o como castigo pelo desconhecimento
de Deus e pela idolatria:
"Por
isso Deus os entregou, segundo o desejo dos seus corações,
à impureza em que eles mesmos desonraram seus corpos.
Eles trocaram a verdade de Deus pela mentira e adoraram e serviram
a criatura em lugar do Criador, que é bendito pelos séculos.
Amém.
Por isso
Deus os entregou a paixões aviltantes: suas mulheres
mudaram as relações naturais por relações
contra a natureza; igualmente os homens, deixando a relação
natural com a mulher, arderam em desejo uns para com os outros,
praticando torpezas homens com homens e recebendo em
si mesmos a paga da sua aberração"
(Rm 1,24-27).
Entre aqueles
que não herdarão o Reino dos Céus
estão os homossexuais:
"Então
não sabeis que os injustos não herdarão
o Reino de Deus? Não vos iludais! Nem os impudicos, nem
os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados,
nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem
os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino
de Deus" (1Cor 6,9-10).
Esta tradução
(como a de todas as citações feitas até
agora) é da Bíblia de Jerusalém. Vejamos
como estes versículos estão no original grego,
que tento agora traduzir:
"oute
pórnoi (nem os impudicos) oute eidololátrai
(nem os idólatras) oute moichoí (nem
os adúlteros) oute malakói (nem
os afeminados) oute arsenokóitai (nem os
pederastas) oute kléptai (nem os ladrões),
oute kleonéktai (nem os avarentos), ou méthysoi
(nem os ébrios), ou lóidoroi (nem os injuriosos),
ouc árpages (nem os raptores) basiléian
Theóu kleronomésousin (possuirão o
Reino de Deus)".
A palavra pórnoi
é o plural de pórnos,õu, que significa
"homem prostituído", assim como porné,és
significa "prostituta" e porneía,ãs
significa "prostituição".
A palavra moichoí
é o plural de moichós,õu, que
significa "adúltero".
A palavra malakoí
é o plural de malakós,õu, que literalmente
significa "mole", mas que no contexto se traduz por
"afeminado".
Enfim, a palavra
arsenokóitai é o plural de arsenokoitós,õu,
que significa "aquele que se deita com um homem",
ou seja, um pederasta.
Diante do acima
exposto é incrível como Onaldo Alves Pereira duvida
que neste texto São Paulo se refira aos homossexuais
para condená-los. Só não vê quem
não quer.
A obsessão
de Onaldo por defender o indefensável fá-lo também
ver aquilo que quer. Os Apóstolos Filipe e Bartolomeu
seriam (pasmem!) um casal de homossexuais. Não sei como
ele não apelou para a amizade entre Jônatas e Davi
ou entre Noemi e Rute para defender o vício contra a
natureza.
Falando em natureza,
Onaldo põe o conceito de "natural" no completo
relativismo. "O que é considerado natural em
uma determinada cultura é muitas vezes, simplesmente,
um costume social aceito, e às vezes Paulo fala sobre
natural neste sentido".
É verdade
que a natureza é uma só, embora a cultura varie
de povo para povo. Mas a cultura, para ser cultura, não
pode contrariar a natureza. Ao contrário, a cultura aperfeiçoa
a natureza, dando a ela algo de novo. Por natureza o homem recebe
de Deus uma terra virgem. Com o seu engenho ele a transforma
em um campo lavrado, apto para o plantio. Por natureza ambos
os sexos se ordenam um ao outro para formarem a sociedade conjugal.
A este dado da natureza o homem acrescenta certos costumes rituais,
que a embelezam: assim, as cerimônias nupciais, segundo
a cultura de cada povo, podem incluir um vestido branco com
véu e grinalda para a noiva, o uso de anéis para
representar a aliança matrimonial, um fundo musical vibrante...
mas nunca em nome da "cultura" se poderia admitir
um "casamento" de pessoas do mesmo sexo.
O livro que fecha
as Escrituras, o Apocalipse, exclui da Cidade Santa, a Jerusalém
Celeste, todo tipo de impureza: "Nela jamais entrará
algo de imundo, e nem os que praticam abominação
e mentira" (Ap 21,27). Entre os destinados ao lago
ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte, estão
os infiéis, os corruptos, os assassinos, os impudicos,
os mágicos, os idólatras e os mentirosos (cf.
Ap 21,8). O grego usa aqui a palavra pórnois,
também usada em 1Cor 6,9.
No entanto, Onaldo
Alves Pereira não está só nem é
o pioneiro na arte de deturpar os textos sagrados. Bem antes
dele, o demônio já havia se utilizado da Bíblia
para tentar Jesus no deserto:
"Se
és filho de Deus, atira-te para baixo, porque está
escrito:
Ele dará
ordem a seus anjos a teu respeito,
e eles te tomarão
pelas mãos
para que não
tropeces em nenhuma pedra"
(Mt 4,6 citando Sl 90,11-12).
À citação
do Salmo 90 pelo demônio, Jesus responde com uma citação
do Deuteronômio:
"Também
está escrito:
Não
tentarás ao Senhor teu Deus"
(Mt 4,7 citando Dt 6,16).
Vale assinalar
que a condenação severíssima do homossexualismo
não exclui o mandamento universal da caridade, que se
deve estender até aos autores deste vício. Não
se presta auxílio ao pecador, porém, reconhecendo
o seu "direito" de permanecer no pecado. O verdadeiro
amor impele-nos a corrigir os que erram. E para corrigir é
necessário não ocultar o erro. A verdade, mesmo
quando é dura, liberta (cf. Jo 8,32). E a mentira, ainda
que macia, escraviza.
Anápolis,
25 de maio de 1998.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz