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Pasteur e os Universitários

| Posted in miscelânia |

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Louis Pasteur foi um dos maiores, senão o maior cientista século XIX.

Suas descobertas contribuíram imensamente com a humanidade. Assim foi ele quem demonstrou, para a tristeza de evolucionistas e assemelhados, a impossibilidade da geração espontânea. Foi ele quem elaborou o método da pasteurização do leite, dos vinhos e da cerveja.

Foi também ele quem começou a vacinar rebanhos de animais contra doenças que os dizimavam. Além disso foi Pasteur quem descobriu que muitas pessoas morriam em cirurgias porque os médicos não esterilizavam as mãos e ensinou-os a isso fazer com água e cal, sendo que a partir de então a limpeza das mãos dos médicos é medida que continua sendo feita, salvando-se inúmeras vítimas.

E, talvez, o maior feito cientifico foi a vacina anti-rábica. A raiva condenava à morte atroz quem fosse, por exemplo, mordido por um cão raivoso. Com a descoberta de Pasteur, muitos salvaram suas vidas, e com a vacinação, os cães passaram a não ficar mais raivosos.

No fim de sua vida, o cientista era um nome consagrado pela França e pelo mundo. Foi então que aconteceu um singelo acontecimento:

Voltava Pasteur para Paris, de trem, e, homem de Fé Católica robusta, rezava o seu Rosário. Foi quando alguns jovens universitários entraram no trem.

Vendo-o a rezar com seu terço nas mãos, aproximaram-se dele e começaram a debochar: “aonde já se viu, um velho a rezar o terço” diziam, ou “em plena época de triunfo da ciência já não se concebe uma cena dessas”, ou “certamente o senhor nada conhece das ciências” e, assim por diante.

Pasteur não se alterou e entabulou uma conversa com os jovens. Perguntou-Ihes de onde eram, para onde iam, o que faziam. Diante da resposta que eram futuros cientistas levou a conversa para esse lado e assim chegaram a Paris. Antes de se despedirem disseram que gostariam de se rever. Pasteur logo concordou em se reverem e deu-Ihes o seu cartão de visita.

Ao verem de quem se tratava, os jovens ficaram estupefatos. O cientista lhes dera uma resposta curta e prática de como a ciência verdadeira conduz a Deus e de como a oração é importante, também para um grande cientista como ele.