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Pio XII e o Apostolado leigo

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Ao denunciar os erros, desvios, absurdos cometidos pelo clero modernista, sigo a orientação do grande D. Guéranger: “Há no tesouro da revelação pontos essenciais, que todo cristão, em virtude do seu próprio título de cristão, necessariamente conhece e OBRIGATORIAMENTE HÁ DE DEFENDER”. Estou ainda acobertado pelo cânon 1325, que no seu § l°, obriga aos fiéis Cristãos a confessar publicamente a sua fé, e pelos apóstolos que diziam que não podemos deixar de falar: NON POSSUMOUS NON LOQUI.
Dessa forma apresento a todos um belíssimo texto do grande Papa de nosso século, Pio XII. Creio que seja exclusivo na internet em português.
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Sempre houve na Igreja de Cristo um apostolado dos leigos. Santos como o Imperador Henrique II; Estêvão, o criador da Hungria católica; Luís IX de França, eram apóstolos leigos, se bem que, no início, não se tenha sido cônscio disto, e que o termo apóstolo leigo ainda não existisse naquela época. Mulheres também, como Santa Pulquéria, irmã do Imperador Teodósio II, ou Mary Ward, eram apóstolos leigos.
Se hoje em dia esta consciência é despertada, e se o termo apostolado leigo é um dos mais empregados quando se fala da atividade da Igreja, é porque a colaboração dos leigos com a hierarquia nunca foi necessária até este ponto, nem praticada de maneira tão sistemática.
Essa colaboração traduz-se em mil formas diversas, desde o sacrifício silencioso oferecido pela salvação das almas, até à boa palavra e ao exemplo que força a estima dos próprios inimigos da Igreja, até à cooperação nas atividades próprias da hierarquia, comunicáveis aos simples fiéis, e até às audácias que se pagam com a vida, mas que só Deus conhece e que não entram em nenhuma estatística. Talvez que este apostolado leigo oculto seja o mais precioso e o mais fecundo de todos.
O apostolado leigo tem, aliás, como qualquer outro apostolado, duas funções: a de conservar e a de conquistar, ambas se impõem com urgência à Igreja atual. E, para o dizermos bem claramente, a Igreja de Cristo não cogita de abandonar sem luta o terreno ao seu inimigo declarado, o comunismo ateu. Este combate será prosseguido até o fim, mas com as armas de Cristo!
Pode-vos embora com uma fé ainda mais forte que a de São Pedro quando, ao chamado de Jesus, largou a sua barca e marchou sobre as águas para ir ao encontro do seu Senhor.
Durante estes anos tão agitados, Maria, a Rainha gloriosa e poderosa do céu, tem feito sentir nas mais diversas regiões da terra a sua assistência de maneira tão tangível e maravilhosa, que lhe recomendamos com confiança, ilimitada todas as formas do apostolado leigo.
Em penhor da força e do amor de Jesus Cristo, que se difundem também no apostolado leigo, concedemos a todos os que aqui vieram, e aos que trabalham no mundo inteiro, a Nossa paternal bênção apostólica(‘).
(1) Normas do Sumo Pontífice Pio XII, aos Participantes do II Congresso Mundial para o Apostolado dos Leigos, 5 de outubro, 1957.

Padres inventores

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Vire e mexe encontro algum maluco afirmando que a Igreja sempre foi um entrave para o progresso da humanidade e besteiras desse jaez. Espero que essa pequena compilação faça algum bem às almas e inteligências dos que ainda tem essa idéia distorcida e estão de boa fé.

Descendo das alturas teológicas e filosóficas para o campo das ciências e das descobertas, os padres ocupam, de novo, o primeiro lugar.

Entre centenas, citemos os mais conhecidos:

Os padres Oton e Ardoíno inventaram o alfabeto.

O padre Rogério Bacon inventou o telescópio.

O padre Zeucchi aperfeiçoou-o, em 1652.

O padre Humberto, o grande, inventou a bússola.

O padre Flávio, de Nápoles, aperfeiçoou-a.

O padre Tiago, de Vitry, aplicou-a à navegação.

O padre Cassiodoro, em 505, inventou o relógio.

O Papa Silvestre II fez o primeiro relógio de rodas.

O padre Pacífico, de Verona, inventou o relógio de bolso.

O padre Welogord, em 1316, fez o primeiro relógio astrológico.

O padre Alexandre Spina, dominicano, no 13º século, inventou o óculos.

O padre Magnon inventou o microscópio.

O padre Embriaco descobriu o hidro-cronômetro e o sismógrafo.

O padre Bertoldo Schwartz inventou a pólvora.

Dom Galeno, bispo de Munster, descobriu as bombas.

São Boaventura a teoria da termodinâmica.

Os padres Lona e Becaria descobriram as leis da eletricidade.

O padre Secchi, jesuíta, descobriu a análise espectral.

O padre Procópio Divisch, em 1759, descobriu o pára-raios, e não Franklin, que fez apenas aplicá-lo à proteção das casas.

O santo padre Beda descobriu as leis das marés.

O padre Gilbert introduziu os algarismos arábicos.

O padre Guido d’Arezzo inventou as notas musicais.

O padre José Joaquim Lucas, brasileiro, inventou o melógrafo, ou modo de escrever as notas e sinais que correspondem à escrita musical.

O padre Alberto, saxonio, imaginou as leis da navegação aérea.

O padre Bartolomeu de Gusmão, em 1720, fez a aplicação destas leis aos aerostatos, 60 anos antes de Mongolfier.

O padre Amaro, monge, foi o desenhador da célebre carta marítima, em 1456, que inclinou Colombo às suas explorações.

O padre Gauthier, em 1753, aproveitando as experiências de Papin, Dickens, Watt, inventou o moderno funcionamento da navegação.

O padre Nollet inventou as máquinas elétricas e descobriu a eletricidade nas nuvens.

O padre Raul, vigário de Sfax, é o verdadeiro inventor do submarino moderno.

Um padre dominicano, italiano, é o inventor das máquinas de compor, ou linotipia.

Os padres jesuítas são os descobridores do gás.

O padre Duen fundou, em 1715, a primeira fábrica de gás.

Foi um padre brasileiro quem inventou a máquina de escrever.

O padre Painton inventou a bicicleta, em 1745.

O padre Barrant, monge, descobriu o freio das locomotivas.

O padre cavalieri, jesuíta, inventou a policromia.

O bispo Regiomontanos, de Ratisbona, descobriu a teoria da imobilidade do sol e do movimento da terra em redor dele (em 1470). Isto é, 10 anos antes do padre Copérnico.

O padre Copérnico, polaco, achou o duplo movimento dos planetas sobre si mesmos e em volta do sol.

Os padres Ponce e Epée, beneditinos, estabeleceram o método da educação dos surdos-mudos, etc., etc…

O padre J. B. de La Salle foi o primeiro a fundar escolas livres.

O padre Fegenece foi o primeiro a praticar a gravura nas vidraças.

O cardeal Mezzofanti foi o maior conhecedor de línguas do século passado.\nO bispo Virgílio, de Salzburg, foi o descobridor da existência dos antípodas.

O padre Alberto Magno, dominicano, descobriu o zinco e o Arsênico.

O cardeal Régio Fontana inventou o sistema métrico.

O padre Lucas de Borgo é o inventor da Álgebra.

A Igreja Católica é a segura

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Quando a voz da paixão se cala, também os hereges confessam que a verdadeira fé está na Igreja Católica, porque ela é infalível e ensina o que ensinou Jesus aos Apóstolos. Em Brenton, pequena cidade do baixo Palatinado, encontrava-se ferida de mortal doença uma mulher já avançada em anos, a mãe de Melanchton, primeiro discípulo de Lutero.

De quando em quando, como que aterrorizada por espantosa visão, arregalava os olhos e olhava aleatoriamente em roda inquieta; e, com uma aflição crudelíssima, que mais a oprimia do que propriamente a moléstia, a enferma suspirava.

Melanchton, que não a abandonava um instante, dirigia-lhe palavras de conforto. Em vão!… As suas palavras antes aumentaram as aflições da enferma, que, fazendo um esforço vigoroso e fitando piedosamente Melanchton, exclama: Oh! Dize-me, dize-me, suplico-te: como devo eu morrer para me salvar? Não me cales, meu filho, a verdade; nem seja por culpa tua que a tua mãe se venha a perder para sempre! Melanchton então disse: Ah! Minha mãe, a doutrina da reforma é mais cômoda para nela se viver, mas para morrer é a católica certamente mais segura.