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Cursos na Associação Cultural Santo Tomás

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Estamos iniciando uma série de cursos pelo portal da Associação Cultural Santo Tomás.

O primeiro deles já está disponível para inscrição. Trata-se de um curso on-line de História da Filosofia: DO IMPULSO GREGO AO ABISMO MODERNO.

O curso durará 4 anos e será ministrado pelo Prof. Carlos Nougué. Mais informações em:

http://www.santotomas.com.br/cursos

Problemas com os comentários

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Caros, desde que mudamos de servidor, estamos enfrentando alguns problemas técnicos em todo o portal santotomas. Com relação a este blog, os comentários não aparecem mais. Esperamos conseguir dirimir esse problema o quanto antes. Agradecemos a paciência de todos.

O que pensar do NOVO CATECISMO da Igreja Católica (1992)?

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Catecismo de 1992Esta questão ilustra as diferenças fundamentais entre a posição dos católicos tradicionalistas e os “pseudo-tradicionalistas” e conservadores conciliares. Estes últimos costumam defender freqüentemente a Missa Tradicional e o “novo” catecismo, mas nunca atacando o Novus Ordo Missae ou o Vaticano II. A Fraternidade São Pio X ao mesmo tempo em que defende os catecismos tradicionais e a Missa Tradicional, também ataca o Novus Ordo Missae, Vaticano II e o “novo” catecismo, todos eles nocivos a Fé Católica imutável.

“Conservadores” defendem o Catecismo da Igreja Católica ao mesmo tempo que reafirmam ensinamentos silenciados ou condenados justamente pelos catecismos modernistas; a Fraternidade São Pio X entretanto rejeita isso porque trata-se de uma tentativa de formalizar e propagar os ensinos do Vaticano II. Veja o que diz o Papa João Paulo II:

O Catecismo foi também indispensável (i.e., assim como o Código de Direito Canônico de 1983), para que toda a riqueza do ensinamento da Igreja posterior ao Segundo Concílio Vaticano pudesse ser preservada numa nova síntese e dar-nos uma nova direção (Papa João Paulo II, Cruzando o Limiar da Esperança, Londres, Jonathen Cape, 1994, p. 164).

É interessante considerar que encontram-se neste catecismo 806 citações do Vaticano II, um número que chega a uma média de uma citação a cada três parágrafos e meio dos 2.865 parágrafos no Catecismo.

Em particular, as novidades do Vaticano II aparecem nos parágrafos seguintes:

•         uma ênfase na dignidade do homem (§§225; 369; 1700; 1929…),

•         de tal forma que todos nós podemos ter esperança na salvação de todos os batizados (§§1682ss),

•         mesmo não-católicos (§818),

•         ou aqueles que cometeram suicídio (§2283),

•         e de todos os não batizados, mesmo, inclusive os adultos (§847),

•         ou crianças (§1261);

•         que é a base de todos os direitos (§§1738; 1930; 1935) inclusive desta liberdade religiosa (§§2106ss),

•         e o motivo de toda moralidade (§1706; 1881; 2354; 2402; 2407, etc.),

•         um compromisso com o ecumenismo (§820f; 1399; 1401) porque todas as religiões são instrumentos de salvação (§§819; 838-843; 2104),

•         colegialidade (§§879-885),

•         exagerada ênfase no sacerdócio dos fiéis (§§873; 1547; 1140ss, etc.).

Agora, da mesma forma daquele que nega um artigo de fé perde a Fé, como um professor que erra em um ponto isolado prova que ele mesmo é falível, e, faz de tudo o que ensina questionável.

Da mesma forma que o Concílio Vaticano II não tem autoridade para ser citado nem mesmo onde propõe o ensinamento católico (não o faz de maneira infalível e clara), então este Catecismo não é uma autoridade no ensinamento da Igreja devido aos desvios modernistas que nele abundam.

Todos que defendem este Catecismo apóiam as inovações do Vaticano II. Todos que pretendem preservar sua Fé, devem abster-se de sua leitura.

Um santo doutor

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“Non minus inter sanctos doctissimus quam inter doctos sanctisimus” [O mais santo dos homens cultos e o mais culto dos homens santos] (Cardeal Johannes Bessarion [1403–1472]).

Deixemos um pouco de lado os infames protestantes. Depois de tantos fatos, continuar nesse caminho é já “chutar cachorro morto”.

Voltemo-nos agora àquilo que de fato nos prende em dever a este blog, qual seja discorrer sobre a doutrina do Aquinate.

O que importa sobretudo é que os leitores aprendam como não se pode subir às alturas senão com a ajuda de duas asas: a piedade e a ciência.

Quando dizemos que Santo Tomás foi o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios, entendemos afirmar que nele doutrina e santidade se igualavam e foram ambas sumas; assim pôde subir a uma culminância que outros nem sequer lograram tocar.

Feliz de quem souber segui-lo por esse caminho, pondo, a exemplo dele, como fundamento da vida, a humildade que nos faz grandes, e a pureza do coração, à qual é concedida a visão de Deus.

A crise do mundo moderno – e entenda-se aí toda espécie de crise, da Fé aos costumes – parece tornar-nos ainda um tanto mais cegos. Explico-me: Como a empulhação, a ignorância, a maldade mesmo imperam tão ostensivamente no orbe católico, todos nós que nos sentimos católicos, que nos sentimos soldados da Igreja desfigurada de Nosso Senhor, temos a forte tentação de nos crermos numa altura que não corresponde à realidade. Assim acontece cada vez mais frequentemente com muitos ditos tomistas modernos. Considerando-se baluartes da Filosofia e Teologia católicas, sectarizam e apoderam-se de um Santo Tomás irreal, “pau pra toda obra”.

Como diziam meus professores de Filosofia: “o bom é inimigo do melhor”. Como discorria no início, sem a asa da piedade, da contrição, do aniquilamento do eu, da mortificação… nossa ciência é vã e nossas palavras não são mais do que repetição estéril. Repetição de algo bom, certamente, mas repetição, sem vida, sem correspondência com o agir da alma em fim de nossa salvação.

A pretensão de ser tomista exige de nós não descurar da figura do santo, do frade humilíssimo, do ingênuo “boi mudo”. Não disporemos de verdadeira ciência sem suplicar antes a graça, sem nos colocarmos diante dela como o menor dentre os homens. Quando pensamos que o Doutor Angélico, ao fim da vida, depois de um êxtase durante a oração disse que lhe foi revelado que o que escreveu não passava de palha, é para nos envergonharmos, nos rebaixarmos mesmo, nos colocarmos em nosso devido lugar. Diante da pergunta de uma sobrinha se não precisava de alguma coisa, Santo Tomás lhe respondeu: Não me falta nada; e daqui a pouco terei tudo.

Tenhamo-nos, meus irmãos, esse mesmo sentimento se pretendemos subir às alturas de tão nobre ciência. Rogai por nós, Santo Tomás, para que não nos desviemos nunca do mesmo fim que em vida tanto perseguistes. Oremus invicem.

O feminismo de Lutero

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Eis aqui a lei de Lutero: Todo o homem deve ter a sua mulher e toda mulher deve ter o seu marido. (Weimar. Vol. 20 pág. 276).

Ele admite umas exceções, mas estas são feitas por Deus, e são admiráveis, e ninguém pode pretender a um tal milagre.

Quereis agora saber como Lutero, o reformador enviado por Deus no conceito protestante, considera a mulher? Lede o seguinte tópico de uma das suas cartas: “O corpo das mulheres não é forte, e a sua alma é ainda mais fraca, no sentido comum.

Assim é um assunto sem importância que o Senhor coloque uma selvagem ou civilizada ao nosso lado. A mulher é meio criança. Aquele que toma uma mulher deveria considerar-se como o guarda de uma criança… ela é semelhante a um animal caprichoso (ein tolles tier). Reconhecei a sua fraqueza. Se nem sempre passeia por caminhos direitos, guiai a sua fraqueza. Uma mulher permanece eternamente mulher”. (Weimar – Vol. XV. p. 420).

Eis uma pequena amostra de suas idéias neste assunto.

Muitas outras passagens há em seus escritos, porém vergonhosas demais, para serem citadas em público.

É conhecida a licença dada por Lutero ao Landgrave de Hesse, para ter duas mulheres ao mesmo tempo.

O reformador dá-lhe a licença pedida, exigindo segredo, porque, diz ele, a seita protestante é pobre e miserável, e precisa de justos legisladores. (De Wette vol. V – pág. 237).

O direito de possuir muitas mulheres era abertamente pregado por Lutero: “Não é proibido ter o homem mais de uma mulher. Hoje eu não poderia proibir isto”. (Erlangen vol. 33 — pág. 324).

“Confesso, diz ele ainda, que se um homem deseja casar com muitas mulheres, eu não posso proibir isto, pois não é oposto à S. Escritura”. (Ego sane fateor, me non posse prohibere si quis plures uxores velit ducere, nec repugnat sacris litteris. – (De Wette vol. II p. 459).

Com tais princípios a porta da poligamia estava escancarada, e cada qual, transpondo-a, podia trilhar o caminho da animalidade.

O Landgrave de Hesse o compreendeu muito bem e melhor ainda o aplicou: “Se é justo em consciência perante Deus, disse ele, que me importa o mundo amaldiçoado?”

O adultério, com o consentimento do marido, é também expressamente sancionado pelo reformador, quando do casamento não resultar família.

A criança, assim gerada, diz ele, deve atribuir-se ao marido legal”. (Weimar vol. 11. p. 558).

O conservar uma amásia também é fortemente recomendado àqueles que por votos se devem conformar com a lei do celibato.

O moralista da lama escreve sobre os transgressores das leis matrimoniais: “Deixemos que casem secretamente com a sua cozinheira”. (Lanterbach: Tagebuch, p. 198).

Aos membros da Ordem Teutônica (cavaleiros seculares) a quem era imposto o celibato pela lei da cavalaria daquele tempo, e que pensavam pedir dispensa desta ao Concílio (o que lhes era permitido, pois eram seculares), ele escreveu assim: “Eu preferia confiar na graça de Deus com relação àquele que tem duas ou três concubinas a confiar em quem possui uma esposa legal com o consentimento do Concílio”. (Weimar• vol. XII p. 237).

Quando ao que o apóstata diz da esposa que recusa sua obrigação é vergonhoso citar as palavras do infame moralista, que escreve: “Se a mulher não quiser, deixemos vir a criada. O marido tem somente que deixar ir Vasti e tomar uma Ester, como o rei Assuero”. (Ibid. Vol. X. p. 290). “E se a esposa reclamar, o marido deve responder à admoestação: Vá para o diabo”. (Ibid. vol. III. p. 222).

Passagens tais são abundantes nos escritos do reformador.

Apesar de bastante remelentas, convinha citar estas para mostrar a verdadeira fisionomia do libertino Lutero, o homem que os protestantes dizem divinamente apontado por Deus para a missão de reformar a Igreja Católica.

Às vezes, de acordo com tais necessidades, Lutero tem passagens diametralmente opostas a estas aqui mencionadas; é o resto da sua herança católica. O que está aqui expresso é dele e só dele: é a sua doutrina reformada – é o seu evangelho.

Poderá uma senhora protestante simpatizar com este seu fundador e modelo que trata tão mal e desrespeita de modo tão claro a fama e o pudor da mulher?…

É simplesmente infamante e horrendo, baixo e vil o conceito de Lutero sobre as mulheres que garante serem vidas impuras e pecaminosas (Erlangen vol. 11, pág. 66).

Pobres protestantes, é para cobrirdes o rosto de pejo, diante de um tal pai…

Suponho que não sois bons protestantes, porquanto, se o fosseis, seguiríeis o exemplo de vosso pai… e não acredito que o façais.

Prefiro supor-vos maus protestantes, para vos poder considerar bons cristãos… homens de fé e pessoas de moral.

É tempo de cessarmos a exposição de uma cena tão triste, mais parecida com um quadro de romance imaginário, que com um episódio da vida real.

Tudo o que os adeptos do “pai” do protestantismo escreveram sobre os predicados morais do “grande homem” não passa de invencionice. Elemento mais perdido e baixo impossível aparecer. A pequena amostra acima é suficiente para demonstrá-lo. E note-se bem nada ter sido aqui inventado, mas basear-se tudo nos escritos do próprio reformador e de seus contemporâneos que, de certo, não aumentaram, mas restringiram o mais possível o lado vergonhoso dos fatos. Seria este crapuloso homem aquele que Deus destinara para reformador da Igreja Católica?

O verdadeiro retrato de Lutero, o único que a posteridade pôde admitir, é o que a nós foi transmitido pela história real e genuína dos fatos.

À vista de tais delitos e baixezas, bem podemos repetir a palavra do divino Mestre: Ex fructibus eorum cognoscetis illos: Pelos seus frutos os conhecereis.

Vimos de perto os frutos da reforma: são tristíssimos, mas são dignos rebentos da árvore que Lutero plantou, com sua triste rebelião e o exemplo de sua mais deplorável vida.

De volta a vida…

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Voltamos hoje a publicação de nosso modesto blog, antes chamado AD HOMINES, agora Blog Santo Tomás.

Não retirei os antigos comentários, com todas as ofensas e baboseiras de protestantes, iletrados et caverna… e não o fiz para que ficasse patente a ignorância e maledicência gratuita dos inimigos da cruz de Nosso Senhor, de sua amada Igreja e, por que não dizer, da boa fé.

Espero contar ainda com a visita dos amigos e até dos inimigos, caso queiram refutar-me com educação e com argumentos. De minha parte, farei todo o possível para não deixar ninguém sem resposta. Críticas e sugestões serão sempre bem-vindas.

A intenção (espero que se faça prática) é a de manter sempre atualizado este blog e o portal da Associação Cultural Santo Tomás (este ainda deve demorar um pouco mais). Inclusive com a apresentação de vídeos e entrevistas com alguns personagens da intelectualidade católica brasileira, leigos, padres e bispos.

A todos peço apoio e orações para levarmos sempre mais as riquezas da filosofia e teologia de Santo Tomás de Aquino, a espiritualidade e doutrina da Santa Madre Igreja e sempre, a verdade. Oremus invicem.

Retorno…

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Estamos quase de volta, com força total, aguardem!

Sobre a imutabilidade da Igreja

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Chesterton é Chesterton…
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A Igreja não pode mudar com os tempos […]. Sua missão é salvar toda a luz e toda a liberdade que podem salvar-se, opor-se ao arrastre descendente do mundo e esperar dias melhores […]. Não necessitamos de uma Igreja que se mova com os tempos. Necessitamos de uma Igreja que mova ao mundo. Necessitamos de uma Igreja que o aparte de muitas das coisas para as quais agora se inclina […]. Para qualquer Igreja será esta a prova histórica de se é ou não a verdadeira Igreja.
(G. K. Chesterton, The New Witness).

Sobre as religiões falsas e a Igreja
A Igreja tem o que o mundo não tem. A própria vida não atende tão bem como a Igreja à todas as necessidades do viver. A Igreja pode orgulhar-se de sua superioridade sobre todas as religiões e todas as filosofias. Aonde tem os estóicos um Menino Jesus? Aonde está Nossa Senhora dos muçulmanos, a mulher que não foi feita para nenhum homem, e que está sentada acima de todos os anjos? Qual é o São Miguel de Buda, cavaleiro e soldado, que tem preparada uma espada […]? Que poderia fazer Santo Tomás de Aquino na mitologia do bramanismo, ele que estabeleceu a ciência e o racionalismo da Cristandade?[…] Como teria sido Francisco Trovador entre os calvinistas […]? Como teria vivido Joana D’arc, uma mulher, esgrimindo a espada que conduzia a guerra, entre os quackers e os pacifistas […]?
(G. K. Chesterton, O Homem Eterno).

Filme “A Paixão de Cristo”

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Em uma semana assisti por duas vezes “A Paixão de Cristo”. Pensei muito antes de tecer estes comentários. Não pretendo exaurir a questão tampouco esmiuçar os detalhes mais espinhosos. Pra dizer a verdade pretendo refazer e melhorar este comentário assim que me for possível.

Pra generalizar, destaco os pontos que me chamaram atenção, começando por aqueles que me pareceram mais negativos passando depois para os que realmente me agradaram.

Como qualquer filme moderno que pretende atingir o intelecto moderno tem sua dose sentimental, o que é sempre perigoso. Uma verdadeira espiritualidade deve sempre contestar o mundo, levando as almas ao equilíbrio cristão entre Fé e Razão.

Outra coisa que não me agradou foram as adições bíblicas, a meu ver desnecessárias. Um ser andrógeno representa o demônio que tenta Cristo em diferentes ocasiões; o número de chicotadas é praticamente triplicado, um dos braços de Cristo é quebrado (ou destroncado) para encaixar-se à cruz… enfim uma série de novidades, a maioria delas devido a triste influência dos escritos de Catherine Emmerick, uma freira do século 19 com o processo de beatificação paralisado pelo Vaticano com toda razão, pois que essa parece nada ter de santa.

Outrossim, o conjunto me parece grandioso, jamais poderia imaginar ver nas telas do cinema algo tão fiel e tão bem retratado. Tampouco poderia imaginar tamanha reação e tal multidão acorrendo a um filme que mostra o exato contrário que nos insunua diariamente este mundo paganizado e hedonista.

Quanto às críticas que se fazem aos quatro cantos a este filme nunca vi algo tão nojento e asqueroso, infelizmente são estes os termos que me parecem mais apropriados. Um amontoado de julgamentos e asserções absurdas acusando-o de coisas das mais improváveis. Agora todos são especialistas, teólogos, historiadores, profetas…

Com relação às cenas fortes, diria mesmo violentas, me espanta constatar que a violência dos filmes modernos parece não incomodar mesmo sendo totalmente gratuita, já a violência da Paixão de Cristo nos incomoda porque nos obriga a enfrentar diretamente a dor mais real e injusta que já existiu. O mais “estranho” é que as películas mais imorais e violentas já produzidas pelo cinema foram nas mais das vezes patrocinadas quando não realizadas por famosos judeus. Nessas circunstâncias a violência parece justificável… contradição das contradições…

O diretor Mel Gibson aparece no filme, ou melhor, sua mão aparece quando o pregam na cruz. E isso ele o fez para significar algo que deveria estar sempre presente em nós católicos: foi por nós, por nossos pecados que Nosso Senhor Jesus Cristo morreu. É ainda por nós que a todo momento, em algum lugar do mundo Cristo continua se sacrificando em cada Santa Missa.

Continuemos crendo e professando que por amor de nós foi crucificado, sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos Céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; E o seu reino não terá fim. Nessa crença vivamos e morramos.

Somos católicos

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Sim, somos católicos, porque a única Igreja verdadeira, fundada por Jesus Cristo, é a Igreja Católica. Só ela é UMA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA; as outras igrejas são invenções dos homens e não podem levar os mesmos à salvação eterna.

UM SÓ SENHOR, UMA SÓ FÉ, UM SÓ BATISMO, diz o apóstolo (Ef 4, 5).

Somos católicos, porque só a Igreja católica tem todas as suas práticas autorizadas pelas sagradas páginas do evangelho.

O protestantismo, espiritismo, misticismo, e outros “ismos” e filosofias diversas que se difundem a passos largos em nossos dias “esclarecidos” não têm nenhum fundamento no evangelho… mas aí encontra, em cada página, a sua condenação formal.

A IGREJA DEVE SER UMA: só o catolicismo possui esta UNIDADE, enquanto o protestantismo é dividido em milhares de seitas, o espiritismo, em kadercistas, ubaldistas, rustenistas, paganizantes, umbandistas, etc. O misticismo em várias outras correntes confusas e contraditórias.

A IGREJA DEVE SER SANTA: só o catolicismo produz santos, e os tem aos milhares, enquanto o protestantismo, espiritismo, misticismo, etc. nunca forneceram  um santo, nem sequer um homem heróico.

A IGREJA DEVE SER UNIVERSAL: só o catolicismo está espalhado pelo mundo inteiro, com uma doutrina só sempre válida em todo o mundo e todas as culturas enquanto que outras “religiões”  adaptam-se a cada lugar de acordo com suas vontades e necessidades “empresariais”.

A IGREJA DEVE SER APOSTÓLICA: só o catolicismo foi fundado por Jesus Cristo e transmitido aos apóstolos, como sendo os seus primeiros chefes, enquanto as “outras” foram fundadas por homens de conduta questionável como Lutero, Allan Kardec, etc. e nada têm de relação com Cristo, nem com os apóstolos.

A verdade é, pois, clara, luminosa e refulgente.

Somos, enfim, católicos, filhos de católicos, nascidos em um país católico. Sejamos dignos de nossos pais e da nossa pátria.

Longe de nós os traidores, os apóstatas e os obcecados semeadores de ódio e de desunião, líderes de seitas e filosofias que inundam e “imundam” nosso tempo. “Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores.” (Mt 7,15)